sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Mar da Noite Conto 3 - Como Tudo Começou ... (Parte 3)

Ok, isso ta ficando maior do que devia ... mas essa parte do conto ta tensa... e ele vai precisar de uma parte 4 que ainda nem começei a escrever, eu sensuraria esse conto com +21 (mas minha opinião não conta) +18, mas cada um sabe o que lê então aproveitem.

Leiam.

Como Tudo Começou (Nico's PDV)(Parte 3)
                Ao amanhecer Isabela ainda dormia, dei-lhe um beijo e me desmaterializei no meu quarto bem no momento em que mamãe batia na porta, corri e me deitei.
                - Nico, preciso falar com você antes de sair.
                - pode entrar mamãe  
                - Nico, vim me despedir, e te dizer pra se cuidar e cuidar de sua irmã também, ela esta numa fase  difícil, não a deixe sozinha, você sabe como ela apronta com seus poderes, eu sei que vocês estão brigados mas faça um esforço e cuide dela. - Mamãe me deu um beijo e se desmaterializou. O que ela acaba de me pedir farei com maior prazer, ficar sempre perto de Isabela.
                Nos dias que se seguiram, eu e Isabela fomos felizes. Encontramos-nos sempre no tártaro com a ajuda de Megaira, que sempre ficava vigiando pra nós. Sempre tivemos que ameaçá-la pra que ela não contasse Nada, Isabela de vez em quando lhe infligia um pouco de dor para ela se lembrar de quem manda.
                - Pequena, hoje vamos ao jardim de mamãe, já faz dois meses que ela viajou, estou com saudades.
                - Vamos , também estou com saudades da tia Perséfone - Chegamos ao jardim e como sempre Isabela só entrava comigo.Nos beijamos, nos abraçamos...
                Nestes meses que mamãe esta fora nós podemos aproveitar, só com a vigilância de papai. Como sempre Megaira chega pra nos atrapalhar dizendo que papai chamava pra jantar, e eu e Isabela tivemos que ir.
                Durante o jantar papai falou como estava mamãe e sobre a chegada de novas almas para torturarmos.
                - O bom é que Isabela já esta bem no controle de seus poderes, parabéns – papai falou sorrindo pra ela.
                - Obrigada papai, Nico tem me ajudado muito. – Ela falou sorrindo torto.
                Ela roçava suas pernas nas minhas por baixo da mesa me deixando louco, já ha dois meses estou me segurando pra não passar dos limites com ela, mas ela não estava colaborando.
                Depois do jantar recebi um bilhete de Isabela marcando encontro comigo em seu quarto, deveria esperar papai dormir.
***
                Quando me desmaterializei dentro de seu quarto senti novamente aquele aroma, o que será que isabela põe aqui que tem esse cheiro?Inebriante e quente... Isabela estava deitada em sua cama, linda, com uma camisola de seda vermelha combinando perfeitamente com seus olhos e cabelos.
                Ela olhou pra mim e neste exato momento em que nossos olhos se encontraram eu soube pra que ela tinha me chamado ali, mas eu queria resistir, eu tinha que resistir. Fui deitar ao seu lado na cama, e sem nenhuma palavra ela me beijou e eu não resisti, entreguei-me aos seus beijos. Ela grudava em meus cabelos, puxando, muito quente e provocante.
                Foi ai que tudo aconteceu, quando eu percebi ela estava desabotoando a minha calça e eu tirando sua camisola. Ela é linda, uma deusa como deveria ser, e este cheiro nos contaminando com luxuria. Comecei a beijá-la, no pescoço e fui descendo foi mágico nosso momento.
                Eu com ela, nos unindo em um só, ofegantes e mágico e delicioso, acabamos cansados, e Isabela me olhava nos olhos, e eu pude sentir sua felicidade, eu tinha tirado sua pureza, ela havia se entregado a mim, e havíamos nos amado.
                - O que fizemos, Pequena? – Perguntei assustado, percebendo o que havia feito.
                -O que Nico você não gostou? - Eu vi preocupação em seus olhos e beijei-a novamente.
                -Não pequena, foi maravilhoso, mas agora nossa responsabilidade aumentou, vamos ter que contar pro papai
                -Não Nico, ainda não, vamos aproveitar este momento. – ela falou se acomodando na cama para dormir.
                - Sim pequena, eu amo você.
                - Eu também te amo Nico. - E dormimos abraçados novamente, ate amanhecer.
***
                Quando acordei estava ao lado de Bela... A primeira coisa que pensei foi como tive coragem de fazer aquilo. Por mais que gostava dela, Bela tinha apenas 14 anos.
                Mas eu estava me segurando há meses pra não fazer alguma bobagem mais assim que senti aquele cheiro só conseguia pensar no quando eu a amava, isso não me é estranho porque me lembro de sentir esse cheiro antes, mas como ela conseguiu me fazer ficar louco, eu venho me segurando há meses alguma coisa ela fez... Só tenho que descobrir o que é...   
                Voltei pro meu quarto, fui trocar de roupa e pensar. Fiquei pensando um pouco sobre o cheiro até que uma daquelas almas irritantes veio e me chamou para o café-da-manhã. Vesti-me rapidamente, só coloquei uma calça jeans e uma camisa de botão é sai no corredor, quando cheguei Isabela estava parada encostada em uma parede e usava um belo vestido curto e preto com detalhes vermelhos muito bonitos por sinal, ela também usava um sapato vermelho de salto alto que combinava perfeitamente com o vestido, seus olhos e cabelo. E ela usava uma bela gargantilha com detalhes em prata com um grande rubi na ponta e mais dois rubis, um de cada lado.
                - Quando acordei você não estava lá, por quê? - ela perguntou triste
                - Tinha que sair antes que nos pegassem juntos - Respondi num sussurro. - Alem de que tinha que trocar de roupa.
                - Você esta linda nesse vestido pequena, simplesmente perfeita - eu disse a olhando de cima em baixo - Você esta deslumbrante
                Ela me deu um olhar meigo e saiu andando. Eu fui atrás dela quando estávamos quase perto da sala de jantar eu a peguei pelo braço e a encostei na parede.
                - Isabela, que cheiro era aquele no seu quarto... Aquele cheiro que nos fez cair na luxuria - eu disse apertando ela na parede.
                - Coisas de Camily - ela falou se soltando. Sabia que tinha dedo daquela deusa.
                - Por isso o cheiro me era familiar - falei pensativo, puxando ela de volta pra parede.
                - Como assim Nico di Ângelo? - ela falou brava - Você já ficou a minha amiga e eu não sabia?
                - Ér.. Bem foi há muito tempo atrás... Ela nem deve mais lembrar - falei lhe dando um beijo apaixonado tentando fazer ela esquecer do assunto.
                Ela me empurrou e saiu pisando forte, a puxei de volta pela cintura e quando fui beijá-la de novo ouvimos um barulho de coisa se partindo, Isabela olhou para os sapato e viu que havia quebrado um dos salto, ela me olhou enfurecida e me bateu no braço.
                - Nico seu animal, você quebrou meu salto
                - Eu? Ninguém mandou você vir com um salto tão alto - falei me defendendo
                - Arrgh. Nico vai tomar café, porque eu vou trocar de sapato... Fala pro papai que eu tropecei - ela falou indo pro seu quarto.
                Quando cheguei à mesa, meu pai já estava lá. Sentei-me e fiquei esperando Isabela ate que meu pai disse:
                - Onde esta Isabela?
                - Teve que trocar o sapato. - Disse de um modo pratico e rápido me esquivando da pergunta.
                 - Mas por que ela teve que trocar os sapatos? - Ele perguntou querendo saber de mais.
                 - Quando vínhamos para cá, ela tropeçou e quebrou o salto - respondi
                Isabela estava demorando, o que será que estava fazendo? Será que estava bem? Quando estava prestes a me levantar pra ir conferir ela entrou com uma roupa extremamente linda e curta.
                A saia era preta e muito curta mesmo (fiquei pensando o quanto ela estava gostosa naquela saia, e me imaginei tirando-a). Sua blusa era vinho e possuía um fecho na frente que estava levemente aberto mostrando um lindo decote (Nossa! Aquela blusa caia perfeitamente em seu busto, deixando seus seios mais apetitosos). Meus pensamentos foram interrompidos com a pergunta de meu pai:
                - Por que demorou tanto minha filha?
                - Fui trocar de sapato, mais não tinha nada que combinava com aquele vestido - Ela respondeu de imediato.
                - Mulheres... O que podemos dizer? - Eu disse tentando soar normal, mais quase morrendo em vê-la naquela roupa e não poder fazer nada.
                - Isabela, nos desculpe mais eu e o Nico temos coisas a acertar no meu escritório, é que você demorou e tomamos café sem você – meu pai falou saindo da sala e eu sai logo atrás dele, quando olhei pra trás Isabela deu uma piscadinha e riu. Como essa menina me provoca...
                - Porque sua mãe e sua irmã usam essas roupas cheias de cordas? É horrível de tirar isso... – Meu pai falou se sentando na sua mesa no escritório.
                - Nossa... E como – falei distraidamente
                - O que disse Nico? – meu pai falou espantado. Nossa! O que eu disse, quase entreguei eu e a Isabela. Ela vai me matar quando souber disso.
                - Eu-eu-eu... Imagino. Eu imagino o quanto deve ser difícil, porque eu nunca tive uma namorada que usasse roupas assim – falei meio nervoso. Ele não pode ter percebido nada.
                - Está bem Nico, mas o que eu vim falar com você é outra coisa, eu acho que Isabela já tem idade para aprender a lutar, e você deve ensinar isso a ela, leve-a a arena hoje a tarde e treine-a . – ele falou me olhando serio. Nossa eu treinar a Isabela, isso vai ser ótimo.
                - Mas pai, ela não tem uma arma, e acho que as armas do arsenal são muito pesadas pra ela – argumentei.
                - Não Nico, eu já cuidei disso, mandei fazer uma arma especialmente pra ela – ele falou sorrindo
                - Que tipo de arma? Eu preciso saber para poder treiná-la – falei curioso
                - É uma coisa que você nunca usou uma arma a cara da Isabela, um par de Sai – meu pai falou, mas o que são Sais? Eu nunca nem ouvi falar dessa arma – é uma arma japonesa Nico, Isabela saberá usá-las muito bem.
                - Ok Pai, eu só tenho que ver como me defenderei.
                - Você dará seu jeito Nico, agora já pode ir eu tenho mais coisas pra acertar aqui. – ela falou mexendo em alguns papeis.
                Voltei rapidamente do escritório de Hades deixando ele lá, estava louco pra ver minha pequena, aquela saia curta e que blusa é aquela? Dá pra tirar num instante.
                Ontem ela me enfeitiçou, mas hoje eu vou ter minha primeira vez com Isabela sem feitiço.
***
                Ela estava tirando a mesa do café, eu a abracei por trás e beijei seu pescoço. Ela se arrepiou num instante, ficou quente.
                Eu me desmaterializei com ela grudada pela cintura, indo para meu quarto, deitei ela no sofá que tem lá, e tirei-lhe aquela blusa, com zíper na frente... Ela facilitou né. Ela ria safadamente como se tivesse conseguido o que queria.
                Comecei a beijar seus lábios e ela respondia com voracidade e com um calor que me deixou ainda mais louco. Fui beijando seu pescoço e descendo, encontrei seus seios e comecei a beijar aqueles lindos seios todinhos, ela arqueava as costas de tanto prazer, me demorei ali, me deliciando com aqueles seios, fui descendo lambendo a barriga dela, não me agüentei mais e abri a saia dela que caiu no chão, arranquei aquela calcinha e coloquei a mão lá em baixo, Isabela não dizia uma palavra só me olhava com aqueles olhos de desejo, ela me puxou apara cima arrancou minha camisa e começou a beijar meu pescoço, eu delirei nesta hora.
                Enquanto beijava meu pescoço ela deslizava a mão na minha barriga ai é que eu não agüentei mesmo, me coloquei  dentro dela e empurrei, ela gritou e olhou bem dentro de mim com aqueles olhos vermelhos, eu me movimentei dentro dela, a fazendo gemer de prazer, ela cravou suas unhas nas minhas costas, foi quando eu senti que ela tava chegando ao êxtase, tendo um prazer inigualável, foi quando eu também cheguei lá. Deitei meu rosto na curva de seu ombro, e ela me abraçou ambos estávamos ofegantes, suados e felizes.
                Eu olhei para ela e disse.
                - Agora eu estou satisfeito pequena, dessa vez foi sem feitiço. Ah eu te amo tanto, você é perfeita e foi linda pra mim hoje.
                - Eu também te amo Nico, foi melhor hoje com você, sem o feitiço você se entregou mais, me deu mais prazer.
Eu deitei do lado dela, descansando um pouco, mas não devo esquecer de levar a Isabela pra arena, ela tem que fazer em reconhecimento de sua arma antes de eu treiná-la, na verdade EU tenho que fazer um reconhecimento da arma.
                - Pequena, eu e papai conversamos sobre estar na hora de te ensinar a lutar, papai mandou fazer uma arma pra você, ele pediu para que eu lhe treinasse a tarde, mas acho que devemos ir agora pra você fazer um reconhecimento da arma... Eu preciso fazer um reconhecimento da arma, papai mandou fazer uma arma que eu nunca ouvi falar. – falei calmamente me levantando e indo tomar banho.
                - Lutas? Hum, gostei disso – ela falou sorrindo – eu vou ganhar de você.
                - Duvido, sou muito mais experiente que você nisso. Mas agora vá pro seu quarto e coloque uma roupa mais confortável e não use saltos. – ela fez um bico, mas concordou e foi pro seu quarto tomar banho e trocar de roupa.

Continua...
Escrito por: Isabela Marques, Camila Moreira, Lucas Serafim
E Hellena Navarre (ela escreveu as parte... tensas)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Mar da Noite Conto 3 - Como Tudo Começou... (Parte 2)

Bem esta é a continuação daquele conto... o Nico e a Isabela ja estão namorado e eu diria que a censura desse conto é +16, mas cada um sabe o que lê. a Parte 3 talvez venha amanhã ou depois.



Leiam.

Como Tudo Começou (Nico's PDV) (Parte 2)

                Minha Mãe nos olhava de modo estranho eu fingia que a Isabela não existia, o que era difícil já que essa garota tem presença e essa roupa? Ela quer me provocar é... Que ódio.
                Ela estava com um belo vestido vermelho que combinava perfeitamente com seus olhos. O vestido era daqueles que abria atrás (nem sei o nome, essas coisas de mulheres me irritava), mais me imaginei tirando ele durante a noite...
                Também usava uma linda gargantilha de rubi e um sapato de salto que combinava perfeitamente com ela e com aquela roupa...
                Ah, mas ela me paga.
                Minha mãe tentou puxar conversa, mas não deu muito certo nem eu nem Isabela respondíamos... Isabela apena a olhava e voltava a comer quieta. Depois de um tempo ela parou de tentar.
                - Sr. Hades tivemos alguns problemas na... - Alecto, a fúria entrou falando na sala de jantar, meu pai apenas a olhou e ela entendeu que era pra ela dar um jeito de resolver
                - Eu já terminei o café, eu vou ir pro meu quarto - falei me levantando.
                - Já filho? Você nem comeu nada - minha mãe falou preocupada.
                -Não estou com fome - Eu respondi rapidamente.
                Eles continuaram a tomar café, eu estava esperando Isabela pra ter uma conversinha com ela, então ouvi Isabela se oferecendo pra ajudar minha mãe.
                - Deixa que eu te ajude tia Perséfone
                - Não Bela não precisa eu cuido disso sozinha, pode ir - minha mãe falou calmamente... Ah era agora que ela me pagava
                Eu vi quando Bela estava chegando e a agarrei e empurrei a para a parede mais próxima e lhe dei um beijo longo mais apaixonado.
                - Nico, para estamos no meio do corredor, você sabe o quanto essas almas são fofoqueiras - ela falou me empurrando
                - Não ligo - falei lhe beijando de novo
                - Nico! - ela falou saindo e rebolando mais que o necessário. A agarrei de novo.
                - Não me provoca pequena... Por falar em provocar, que roupa é essa? -disse a olhado de cima a baixo.
                - Uma que eu tinha guardada lá... Por quê? Gostou? - ela falou provocando
                - Uma menina da sua idade não devia usar roupas assim, ela pode ser atacada pelo namorado - terminei de falar e a beijei de novo.
                - Nico, deixa esse fogo todo pra mais tarde, por favor. - ela falou me empurrando
                - Ah, mais tarde então? - Perguntei animado com a idéia eu Isabela mais tarde...  Parece bom
                - Continua usando roupas assim e eu não sei se me controlo - Eu disse me segurando para não agarrá-la e fazer uma coisa na qual ela não esta preparada
                - Isabela, venha aqui, por favor – meu pai a chamou, Oh não, nós estávamos perto do seu escritório será que ele ouviu algo? Isabela me olhou assustada ajeitou o cabelo e o vestido e foi falar com ele. Fiquei perto da porta pra ver se ouvia.
                - Chamou pai?! – ela perguntou ao entrar na sala
                - Sim Isabela, eu quero que vá ao tártaro cuidar das novas almas... Vá aperfeiçoar seus talentos, e leve o Nico com você – ela falou mexendo em algumas folhas
                - Não, Não vou levar o Sr.Floquinho de Neve comigo - ela falou brava. O QUE ELA ESTA FAZENDO? ELA VAI ME ENTREGAR?
                - Que historia é essa Isabela? - meu pai cobrou dela
                - Ah... Nada não to indo pai. - ela falou e sai da sala.
                Assim que ela saiu eu entrei na sala de meu pai
                - Pai, a Bela não pode ir lá sozinha
                - Sim Nico eu já ia te chamar e mandar você ir com ela, e ate quando vai esta briga de vocês dois?
                - Essa briga só vai terminar quando a Isabela deixar de ser tão imatura - falei com desdém
                - Tente compreende-la Nico. Ela é muito jovem em comparação a você, mas vá logo Não a quero sozinha lá muito tempo, você sabe que ela apronta demais com seus poderes.
                Eu sai correndo atrás dela e me materializei no corredor mas não encontrei comecei a andar achando que já tinha acontecido algo com ela eu demorei demais meu coração acelerava de repente senti ela pulando nas minhas costas e me assustando
                - Bela ... Desse jeito você me mata, achei que tinha acontecido algo- Eu a peguei e tirei das minhas costas, sua pele macia contra a minha
                - Bela você me deixa louco, essa sua boca, esse seu vestido... Porque você trocou de roupa, aquela estava melhor, vermelho combina mais com você
                - Nico, nós não podemos, e se nos pegam, e se alguém vê?
                Eu a encostei na parede, e comecei a beijá-la. Ela me empurrou pra longe e disse
                - Nico você tem uma tara por paredes né? Já é a segunda vez
                Eu ri e respondi
                - É porque eu consigo te segurar mais firme assim
                Encostei-a novamente na parede e beijei-a mais firme. Ela respondeu aos meus beijos desta vez, com firmeza enroscando seus dedos nos meus cabelos, apertando, me deixando louco. O corpo dela estava quente, eu a peguei pela cintura e apertei contra o meu. Eu estava incendiando, meu coração disparava.
                - Eu Te Amo pequena- eu falei entre Beijos,
                - Eu também Te Amo - ela disse.
                Virei ela de costas pra mim comecei a beijar seu pescoço, enquanto tentava desamarrar aquele negocio. Ela tentou fugir dos meus braços, mas eu não deixei.
                Eu a peguei nos braços e deitei-a no chão, ela estava se entregando a mim, pura, linda, quente, aqueles olhos me olhando com tanta intensidade. Comecei a beijá-la novamente, era intenso, belo, sufocante. De repente, eu senti a presença de alguém nos olhando, quando ouvi o pigarrear de alguém.
                -Humhum... Estou interrompendo alguma coisa - ela disse.
                Eu congelei no lugar, Bela me encarou nos olhos, lagrimas começando a brotar
                Eu olhei Para cima era ela, Megaira(a fúria), eu saí de um transe gostoso e insano, por Hades, o que eu ia fazer? Possuir Isabela ali mesmo, no caminho Para o tártaro.
                Megaira nos olhou e disse
                -Muito bem, será que mais alguém sabe disso, ou eu sou a maior sortuda do inferno – ela falou rindo. - Eu vim simplesmente dar um recado de sua mãe, e o que eu vejo não me assusta nem um pouco, não sei como ainda não desconfiaram.
                - Você não vai contar nada do que viu aqui Megaira
                - E quem vai me impedir? Você, filho de Hades? – ela falou desafiadoramente.
                - Sim eu - Neste mesmo instante, ela ficou paralisada e eu percebi que Isabela estava atrás de mim, usando seu poder nela. Ela ia matar Megaira. Eu coloquei minha mão no ombro dela.
                -Calma pequena, ela não vai contar nada – falei a acalmando. - Se você contar alguma coisa do que viu aqui Megaira eu vou te matar, vou te achar onde você estiver escondida e vou te matar, esta me ouvindo
                - E o que eu ganho ajudando vocês dois? Quero algo em troca. – ela falou com desdém
                - você ganha sua vida Megaira, não se esqueça que somos filhos de Hades, só com olhar Isabela te mata
                - Não tenho medo de vocês.
                - acho que eu ganho mais contando a Hades e Perséfone do que me aliando a vocês
                Eu fiz um só movimento com meu dedo e ela gemeu de dor, sangue negro saia de sua boca.
                - Agora você acredita em mim, quando digo que vou te matar, você não da mais um passo sem que eu permita Megaira – falei lhe liberando. - E agora desembucha o recado de mamãe
                - ela disse pra chamar vocês dois pra almoçar.
                - sim vá e diga e estamos indo. Mas lembre-se, sem nenhuma palavra sobre o que viu aqui, ou já sabe o que vai acontecer.
                Virei e encarei Isabela, ela começava a querer chorar novamente, eu a acalmei:
                -Bela não se preocupe, vai dar tudo certo, Megaira não é doida de querer morrer
                - tudo bem Nico, vamos tia Perséfone esta esperando. – ela disse se levantado
                Ela se arrumou e nos materializamos na entrada da casa, durante o almoço não nos olhamos fingimos que ainda estávamos brigados. Foi tão difícil, não conseguir olhar para ela.
                - Hades, Isabela e Nico, vocês sabem que amanha é o começo da primavera.
                -Oh tia Perséfone... Seis meses seu a senhora aqui... Nem nos visitar a senhora pode - Isabela falou triste, mas por dentro eu senti que ela estava como eu. Dando pulos de alegria.
                Mamãe deixou suas recomendações durante o almoço, mas eu não consegui prestar atenção só senti quando Bela chutou minha canela por debaixo da mesa, foi então que eu percebi que tinha desfeito a cara de emburrado e tava com cara de imbecil, mas fazer o que Bela me deixa assim.
                Depois do almoço Isabela se trancou no quarto, pra fazer não sei o que, talvez pensar no que quase fizemos hoje no corredor, nos distraímos e nem chegamos a entrar no tártaro não quis perturbar ela, passei à tarde no meu quarto pensando, o que eu fiz? Eu quase tirei a pureza dela ali, no chão do corredor, e o pior, ela consentiu. Mas eu não posso fazer isso, tenho que pedir desculpas e dizer que não vai acontecer de novo.
***
                Bati na porta do seu quarto e senti seu perfume por debaixo da porta, era inebriante, por um instante apagou tudo da minha mente, mas eu tinha que manter a concentração.
                Isabela abriu a porta, com aquele pijama provocante vermelho, aquele perfume que me acendeu, mas eu tinha que manter meu foco
                - posso entrar, pequena? - ela saiu da minha frente, e me deu passagem, veio por trás de mim colocando a mão em meu peito descendo por minha barriga.
                -Cadê aquela menina inocente que eu conhecia há uns dias atrás?
                - Estou bem aqui Nico, só que agora posso por pra fora tudo que guardo há muitos anos
                -Isabela eu quero te pedir desculpas por tudo que aconteceu hoje. Não devíamos ter ido tão longe, não esta certo.
                -Mas Nico, eu gostei, eu permiti. – ela falou confiante. Eu virei ela pra mim, e a olhei nos olhos.
                - Bela não faça assim, eu não vou resistir.
                -mas eu não quero que você resista meu amor. Eu quero terminar o que começamos hoje. - ela começou a me beijar, eu tentei resistir, mas tinha algo diferente no quarto, aquele cheiro, eu não soube dizer o que era, mas me embriagou, me aqueceu, e eu me deixei levar. Ela me beijava com tanta intensidade, tanto amor, eu a peguei no colo apertando seu corpo contra o meu, aquele pijama de seda era delicado, deixava desenhado todas as formas de seu corpo ela entranhou seus dedos no meu cabelo, puxava de uma forma selvagem, dava pra sentir seu desejo, e eu não consegui resistir mais, eu a joguei na cama, e comecei a beijar seu pescoço, seu rosto sua boca, linda e deliciosa.
                Minha mão deslizava por seus seios, eu ansiava em possuí-la, ela estava ali, quente, solta, e preparada pra mim. Eu a beijei com mais intensidade, ela tirou minha camisa. E começou a desabotoar minha calça, e eu levantei sua blusa seus seios eram belos, perfeitos, eu os admirava, quando minha mãe bateu na porta da Isabela e disse pra ela ir jantar
                - Isabela vem jantar, é nossa ultima refeição juntos nos próximos seis meses, e encontra Nico e chama ele também, eu não o encontrei em seu quarto
                - Sim tia Perséfone, já estou indo. Mas não vou procurar Nico não, não estou falando com ele.
                - Bela esta briga tem que acabar não quero viajar com vocês neste clima
                - tudo bem tia Perséfone
                - vamos pequena, se arrume, vou me materializar no meu quarto, e você da um tempo e vai - beijei-a novamente, e sai, mas ela ficou com uma carinha triste, eu voltei e dei outro beijo mais forte -Te vejo daqui a pouco.
                - Tudo bem... - Ela disse, e eu fui.
                Na sala de jantar fingimos que ainda estávamos de mal, mas mamãe nos fez ficar de bem, dizendo que não podia se sentir bem saindo e nos deixando assim. Então fingimos bico e ficamos de bem, mas de lado um para o outro.
                Depois do jantar fui me deitar, e pensar nas coisas, mas me deu uma vontade muito grande de vê-la e de senti-la. Não resisti e me materializei em seu quarto, ela dormia como um anjo, tão linda, quando me deitei em sua cama, ela acordou.
                -shiiiiiiiiiiiu, não vou fazer nada, só quero me deitar aqui com você. - e dormimos assim, abraçados ate o dia amanhecer.


Continua.
Escrito por: Isabela Marques, Camila Moreira, Lucas Serafim e Hellena