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Como Tudo Começou (Nico's PDV) (Parte 2)
Minha Mãe nos olhava de modo estranho eu fingia que a Isabela não existia, o que era difícil já que essa garota tem presença e essa roupa? Ela quer me provocar é... Que ódio.
Ela estava com um belo vestido vermelho que combinava perfeitamente com seus olhos. O vestido era daqueles que abria atrás (nem sei o nome, essas coisas de mulheres me irritava), mais me imaginei tirando ele durante a noite...
Também usava uma linda gargantilha de rubi e um sapato de salto que combinava perfeitamente com ela e com aquela roupa...
Ah, mas ela me paga.
Minha mãe tentou puxar conversa, mas não deu muito certo nem eu nem Isabela respondíamos... Isabela apena a olhava e voltava a comer quieta. Depois de um tempo ela parou de tentar.
- Sr. Hades tivemos alguns problemas na... - Alecto, a fúria entrou falando na sala de jantar, meu pai apenas a olhou e ela entendeu que era pra ela dar um jeito de resolver
- Eu já terminei o café, eu vou ir pro meu quarto - falei me levantando.
- Já filho? Você nem comeu nada - minha mãe falou preocupada.
-Não estou com fome - Eu respondi rapidamente.
Eles continuaram a tomar café, eu estava esperando Isabela pra ter uma conversinha com ela, então ouvi Isabela se oferecendo pra ajudar minha mãe.
- Deixa que eu te ajude tia Perséfone
- Não Bela não precisa eu cuido disso sozinha, pode ir - minha mãe falou calmamente... Ah era agora que ela me pagava
Eu vi quando Bela estava chegando e a agarrei e empurrei a para a parede mais próxima e lhe dei um beijo longo mais apaixonado.
- Nico, para estamos no meio do corredor, você sabe o quanto essas almas são fofoqueiras - ela falou me empurrando
- Não ligo - falei lhe beijando de novo
- Nico! - ela falou saindo e rebolando mais que o necessário. A agarrei de novo.
- Não me provoca pequena... Por falar em provocar, que roupa é essa? -disse a olhado de cima a baixo.
- Uma que eu tinha guardada lá... Por quê? Gostou? - ela falou provocando
- Uma menina da sua idade não devia usar roupas assim, ela pode ser atacada pelo namorado - terminei de falar e a beijei de novo.
- Nico, deixa esse fogo todo pra mais tarde, por favor. - ela falou me empurrando
- Ah, mais tarde então? - Perguntei animado com a idéia eu Isabela mais tarde... Parece bom
- Continua usando roupas assim e eu não sei se me controlo - Eu disse me segurando para não agarrá-la e fazer uma coisa na qual ela não esta preparada
- Isabela, venha aqui, por favor – meu pai a chamou, Oh não, nós estávamos perto do seu escritório será que ele ouviu algo? Isabela me olhou assustada ajeitou o cabelo e o vestido e foi falar com ele. Fiquei perto da porta pra ver se ouvia.
- Chamou pai?! – ela perguntou ao entrar na sala
- Sim Isabela, eu quero que vá ao tártaro cuidar das novas almas... Vá aperfeiçoar seus talentos, e leve o Nico com você – ela falou mexendo em algumas folhas
- Não, Não vou levar o Sr.Floquinho de Neve comigo - ela falou brava. O QUE ELA ESTA FAZENDO? ELA VAI ME ENTREGAR?
- Que historia é essa Isabela? - meu pai cobrou dela
- Ah... Nada não to indo pai. - ela falou e sai da sala.
Assim que ela saiu eu entrei na sala de meu pai
- Pai, a Bela não pode ir lá sozinha
- Sim Nico eu já ia te chamar e mandar você ir com ela, e ate quando vai esta briga de vocês dois?
- Essa briga só vai terminar quando a Isabela deixar de ser tão imatura - falei com desdém
- Tente compreende-la Nico. Ela é muito jovem em comparação a você, mas vá logo Não a quero sozinha lá muito tempo, você sabe que ela apronta demais com seus poderes.
Eu sai correndo atrás dela e me materializei no corredor mas não encontrei comecei a andar achando que já tinha acontecido algo com ela eu demorei demais meu coração acelerava de repente senti ela pulando nas minhas costas e me assustando
- Bela ... Desse jeito você me mata, achei que tinha acontecido algo- Eu a peguei e tirei das minhas costas, sua pele macia contra a minha
- Bela você me deixa louco, essa sua boca, esse seu vestido... Porque você trocou de roupa, aquela estava melhor, vermelho combina mais com você
- Nico, nós não podemos, e se nos pegam, e se alguém vê?
Eu a encostei na parede, e comecei a beijá-la. Ela me empurrou pra longe e disse
- Nico você tem uma tara por paredes né? Já é a segunda vez
Eu ri e respondi
- É porque eu consigo te segurar mais firme assim
Encostei-a novamente na parede e beijei-a mais firme. Ela respondeu aos meus beijos desta vez, com firmeza enroscando seus dedos nos meus cabelos, apertando, me deixando louco. O corpo dela estava quente, eu a peguei pela cintura e apertei contra o meu. Eu estava incendiando, meu coração disparava.
- Eu Te Amo pequena- eu falei entre Beijos,
- Eu também Te Amo - ela disse.
Virei ela de costas pra mim comecei a beijar seu pescoço, enquanto tentava desamarrar aquele negocio. Ela tentou fugir dos meus braços, mas eu não deixei.
Eu a peguei nos braços e deitei-a no chão, ela estava se entregando a mim, pura, linda, quente, aqueles olhos me olhando com tanta intensidade. Comecei a beijá-la novamente, era intenso, belo, sufocante. De repente, eu senti a presença de alguém nos olhando, quando ouvi o pigarrear de alguém.
-Humhum... Estou interrompendo alguma coisa - ela disse.
Eu congelei no lugar, Bela me encarou nos olhos, lagrimas começando a brotar
Eu olhei Para cima era ela, Megaira(a fúria), eu saí de um transe gostoso e insano, por Hades, o que eu ia fazer? Possuir Isabela ali mesmo, no caminho Para o tártaro.
Megaira nos olhou e disse
-Muito bem, será que mais alguém sabe disso, ou eu sou a maior sortuda do inferno – ela falou rindo. - Eu vim simplesmente dar um recado de sua mãe, e o que eu vejo não me assusta nem um pouco, não sei como ainda não desconfiaram.
- Você não vai contar nada do que viu aqui Megaira
- E quem vai me impedir? Você, filho de Hades? – ela falou desafiadoramente.
- Sim eu - Neste mesmo instante, ela ficou paralisada e eu percebi que Isabela estava atrás de mim, usando seu poder nela. Ela ia matar Megaira. Eu coloquei minha mão no ombro dela.
-Calma pequena, ela não vai contar nada – falei a acalmando. - Se você contar alguma coisa do que viu aqui Megaira eu vou te matar, vou te achar onde você estiver escondida e vou te matar, esta me ouvindo
- E o que eu ganho ajudando vocês dois? Quero algo em troca. – ela falou com desdém
- você ganha sua vida Megaira, não se esqueça que somos filhos de Hades, só com olhar Isabela te mata
- Não tenho medo de vocês.
- acho que eu ganho mais contando a Hades e Perséfone do que me aliando a vocês
Eu fiz um só movimento com meu dedo e ela gemeu de dor, sangue negro saia de sua boca.
- Agora você acredita em mim, quando digo que vou te matar, você não da mais um passo sem que eu permita Megaira – falei lhe liberando. - E agora desembucha o recado de mamãe
- ela disse pra chamar vocês dois pra almoçar.
- sim vá e diga e estamos indo. Mas lembre-se, sem nenhuma palavra sobre o que viu aqui, ou já sabe o que vai acontecer.
Virei e encarei Isabela, ela começava a querer chorar novamente, eu a acalmei:
-Bela não se preocupe, vai dar tudo certo, Megaira não é doida de querer morrer
- tudo bem Nico, vamos tia Perséfone esta esperando. – ela disse se levantado
Ela se arrumou e nos materializamos na entrada da casa, durante o almoço não nos olhamos fingimos que ainda estávamos brigados. Foi tão difícil, não conseguir olhar para ela.
- Hades, Isabela e Nico, vocês sabem que amanha é o começo da primavera.
-Oh tia Perséfone... Seis meses seu a senhora aqui... Nem nos visitar a senhora pode - Isabela falou triste, mas por dentro eu senti que ela estava como eu. Dando pulos de alegria.
Mamãe deixou suas recomendações durante o almoço, mas eu não consegui prestar atenção só senti quando Bela chutou minha canela por debaixo da mesa, foi então que eu percebi que tinha desfeito a cara de emburrado e tava com cara de imbecil, mas fazer o que Bela me deixa assim.
Depois do almoço Isabela se trancou no quarto, pra fazer não sei o que, talvez pensar no que quase fizemos hoje no corredor, nos distraímos e nem chegamos a entrar no tártaro não quis perturbar ela, passei à tarde no meu quarto pensando, o que eu fiz? Eu quase tirei a pureza dela ali, no chão do corredor, e o pior, ela consentiu. Mas eu não posso fazer isso, tenho que pedir desculpas e dizer que não vai acontecer de novo.
***
Bati na porta do seu quarto e senti seu perfume por debaixo da porta, era inebriante, por um instante apagou tudo da minha mente, mas eu tinha que manter a concentração.
Isabela abriu a porta, com aquele pijama provocante vermelho, aquele perfume que me acendeu, mas eu tinha que manter meu foco
- posso entrar, pequena? - ela saiu da minha frente, e me deu passagem, veio por trás de mim colocando a mão em meu peito descendo por minha barriga.
-Cadê aquela menina inocente que eu conhecia há uns dias atrás?
- Estou bem aqui Nico, só que agora posso por pra fora tudo que guardo há muitos anos
-Isabela eu quero te pedir desculpas por tudo que aconteceu hoje. Não devíamos ter ido tão longe, não esta certo.
-Mas Nico, eu gostei, eu permiti. – ela falou confiante. Eu virei ela pra mim, e a olhei nos olhos.
- Bela não faça assim, eu não vou resistir.
-mas eu não quero que você resista meu amor. Eu quero terminar o que começamos hoje. - ela começou a me beijar, eu tentei resistir, mas tinha algo diferente no quarto, aquele cheiro, eu não soube dizer o que era, mas me embriagou, me aqueceu, e eu me deixei levar. Ela me beijava com tanta intensidade, tanto amor, eu a peguei no colo apertando seu corpo contra o meu, aquele pijama de seda era delicado, deixava desenhado todas as formas de seu corpo ela entranhou seus dedos no meu cabelo, puxava de uma forma selvagem, dava pra sentir seu desejo, e eu não consegui resistir mais, eu a joguei na cama, e comecei a beijar seu pescoço, seu rosto sua boca, linda e deliciosa.
Minha mão deslizava por seus seios, eu ansiava em possuí-la, ela estava ali, quente, solta, e preparada pra mim. Eu a beijei com mais intensidade, ela tirou minha camisa. E começou a desabotoar minha calça, e eu levantei sua blusa seus seios eram belos, perfeitos, eu os admirava, quando minha mãe bateu na porta da Isabela e disse pra ela ir jantar
- Isabela vem jantar, é nossa ultima refeição juntos nos próximos seis meses, e encontra Nico e chama ele também, eu não o encontrei em seu quarto
- Sim tia Perséfone, já estou indo. Mas não vou procurar Nico não, não estou falando com ele.
- Bela esta briga tem que acabar não quero viajar com vocês neste clima
- tudo bem tia Perséfone
- vamos pequena, se arrume, vou me materializar no meu quarto, e você da um tempo e vai - beijei-a novamente, e sai, mas ela ficou com uma carinha triste, eu voltei e dei outro beijo mais forte -Te vejo daqui a pouco.
- Tudo bem... - Ela disse, e eu fui.
Na sala de jantar fingimos que ainda estávamos de mal, mas mamãe nos fez ficar de bem, dizendo que não podia se sentir bem saindo e nos deixando assim. Então fingimos bico e ficamos de bem, mas de lado um para o outro.
Depois do jantar fui me deitar, e pensar nas coisas, mas me deu uma vontade muito grande de vê-la e de senti-la. Não resisti e me materializei em seu quarto, ela dormia como um anjo, tão linda, quando me deitei em sua cama, ela acordou.
-shiiiiiiiiiiiu, não vou fazer nada, só quero me deitar aqui com você. - e dormimos assim, abraçados ate o dia amanhecer.
Continua.
Escrito por: Isabela Marques, Camila Moreira, Lucas Serafim e Hellena

